O livro é uma pesquisa histórica de fôlego que trata das relações sociais e étnicas estabelecidas no século XIX pelos povos camacãns, pataxós, gueréns e outros grupos indígenas da região da Cachoeira de Itabuna e Ferradas (atual município de Itabuna/BA) com frades capuchinhos italianos, fazendeiros e autoridades provinciais. A autora busca compreender a criação e o desenvolvimento do aldeamento São Pedro de Alcântara (Ferradas) e o uso do trabalho dos índios aldeados na estrada Ilhéus-Conquista e na lavoura do cacau, além de problematizar as tensões políticas e sociais que caracterizam o processo da colonização sul-baiana.
| Front Matter / Elementos Pré-textuais / Páginas Iniciales | Preview | |
| Introdução | Preview | |
| Capítulo I - Nem tudo era sergipano: a escrita do mito pioneiro e a invisibilização indígena nas origens de Itabuna | Preview | |
| Capítulo II - O aldeamento de ferradas e a ocupação territorial de Cachoeira de Itabuna | Preview | |
| Capítulo III - Territorialização e trabalho: atuação dos aldeados de ferradas nos serviços públicos e particulares | Preview | |
| Capítulo IV - Os fluxos de encontros na fronteira oitocentista em Cachoeira de Itabuna | Preview | |
| Capítulo V - A “Extinção” do aldeamento São Pedro de Alcântara: nação, política indigenista e invisibilização dos índios na ordem imperial | Preview | |
| Considerações finais | Preview | |
| Anexos | Preview | |
| Referências | Preview |
All the contents of this work, except where otherwise noted, is licensed under a Creative Commons Attribution-Non Commercial-ShareAlike 3.0 Unported.