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1.

Progresso e moral na filosofia da história de Kant

(eISBN:9788568576885)
Autor(es): Nadai, Bruno
Editora: Editora UFABC
Idioma(s): Português
Ano: 2017
Sinopse: Podemos discernir algum padrão racional de desenvolvimento histórico em meio ao constante vai e vem dos fatos e acontecimentos? Será que podemos admitir a ideia de que nós, seres humanos, estamos em constante progresso em direção a um mundo melhor? Em que bases e com quais pressupostos podemos dizer que a humanidade progride moralmente? Para além do desenvolvimento civilizatório e das instituições políticas mundo afora, podemos encontrar algum progresso das relações humanas baseadas no princípio de que devemos obedecer apenas leis que nós mesmos estabelecemos? Este livro procura responder a tais perguntas por meio da reconstrução da ideia de uma história filosófica formulada por Immanuel Kant. O leitor está convidado a percorrer conosco algumas das principais obras deste autor, para que possamos nos posicionar sobre o assunto! Adiantamos que, diferentemente do que muitos manuais ensinam, a imagem que emerge aqui é a de um Kant menos formalista, mais atento às condições de realização da razão no mundo.
2.

Alocações, estabilidade e otimização: uma introdução passo a passo

(eISBN:9788568576823)
Autor(es): Gubitoso, Aline Guarnieri; Lopes, Vinicius Cifú
Editora: Editora UFABC
Idioma(s): Português
Ano: 2017
Sinopse: "Este livro trata da formação de correspondências estáveis entre agentes ou entidades de qualquer natureza, como, por exemplo, casar homens e mulheres de modo que dois participantes não se sintam frustrados por não estarem casados entre si. Um procedimento passo a passo para atingir esse objetivo foi documentado de modo geral em 1962 e teve tanto desenvolvimento e aplicabilidade que foi reconhecido em uma premiação Nobel cinquenta anos depois. É, portanto, assunto perfeito para desenvolver o raciocínio lógico, tomar contato com tópicos de Economia, Computação e Matemática, conhecer o trabalho acadêmico e investigar soluções para problemas correlatos. Os estudantes do ensino médio ou no início da formação universitária encontram, aqui, um tema para estudo individual ou sob supervisão do professor. Apresentamos os problemas dessa área e metodologias para resolvê-los, com destaque para o algoritmo Gale-Shapley; considerações sobre eficiência; as variantes que incluem indiferenças, grupos com números diferentes de agentes e agentes com várias conexões, como universidades com múltiplas vagas para vestibulandos e o caso histórico da residência médica nos EUA; a otimização linear, o algoritmo Simplex e a resolução desses problemas no Excel; a possibilidade de manipulação das alocações, ou ""trapaça"", e práticas para sua redução; a questão de parear elementos de um único grupo, com colegas em quartos. Como um desafio concreto, o último capítulo explora o sistema de matrículas em disciplinas na Universidade Federal do ABC, que privilegia a livre formação curricular, e uma sugestão dos autores para uma implementação das técnicas desenvolvidas."
3.

O petróleo no Brasil: exploração, capacitação técnica e ensino de geociências (1864-1968)

(eISBN:9788568576786)
Autor(es): Peyerl, Drielli
Editora: Editora UFABC
Idioma(s): Português
Ano: 2017
Sinopse: "A indústria do petróleo nasceu muito tardiamente no Brasil, mesmo quando comparada a de outros países da América Latina. A emergência dessa atividade produtiva no país ocorre em consequência da persistência de atores nacionais públicos e privados, que apostaram no potencial geológico do país. Nessa trajetória singular evidencia-se também que a institucionalização das geociências ocorre a reboque da atividade produtiva. Foi quando o Estado brasileiro se empenhou em desenvolver a atividade petrolífera no país, por meio da criação do Conselho Nacional do Petróleo, em 1938, e, posteriormente, da Petrobras, em 1953, que ficou evidente a ausência de recursos humanos qualificados no campo das geociências no Brasil. Esse último aspecto é particularmente impressionante em um país de dimensão continental e de tantas riquezas minerais. Essa experiência singular é descrita de forma cativante e magistral por Drielli Peyerl. Ela retoma essa história desde os albores da indústria do petróleo, em 1864, até o final dos anos 1960, quando a Petrobras realiza os seus primeiros avanços na produção offshore. O caso brasileiro ilustra claramente a tese de que o progresso na formação de recursos humanos e, posteriormente, na pesquisa, somente se deu, em nosso país, em decorrência de um projeto explícito de desenvolvimento. De fato, foi a partir do imperativo da industrialização, e da decorrente expansão da demanda interna de derivados de petróleo, que surgiu a necessidade de produzir petróleo em solo nacional. Contudo, foi apenas com a expansão da indústria do petróleo no país que se consolidou a necessidade de formar recursos humanos qualificados, contribuindo para a sedimentação da ciência geológica no país. Nesse sentido, a Petrobras teve um papel decisivo na criação dos primeiros cursos de geologia do país, cabendo-lhe exercer a função de agência de fomento na institucionalização dessa disciplina."
4.

O harém ao rés do chão: imaginário europeu e representações médicas sobre o lugar-segredo, 1599-1791

(eISBN:9788568576816)
Autor(es): Soares, Marina de Oliveira
Editora: Editora UFABC
Idioma(s): Português
Ano: 2017
Sinopse: "No imaginário ocidental o harém primeiro fascina pelo mistério. Com efeito, a compreensão lendária das culturas do Médio Oriente incorpora uma visão de mulheres isoladas e restritas, à disposição da lascívia de seu senhor. E ainda que, em tempos mais recentes, estudos, relatos e ações tenham adentrado as questões postas pela condição feminina em países de cultura islâmica, contudo a imagem de sedução e dominação associada ao harém perdura com resiliência perturbadora. A historiadora Marina Soares procede a uma inovadora arqueologia desses conceitos, imagens e permanências. Ela percorre narrativas de viagens de europeus ao Império Otomano, Pérsia e Norte da África, publicadas em língua inglesa e francesa, remontando ao final do século XVI e prosseguindo até o final do século XVIII. Nesse cenário textual é possível seguir os rastros das representações do harém que ensejaram o imaginário de luxúria a compor a figuração das sociedades islâmicas. Dentre essas fontes cuidadosamente reunidas e analisadas, o último relato, publicado em 1791, destaca a experiência médica de um viajante inglês em dois haréns do Reino de Marrocos. Trata-se de documento privilegiado que permite recuperar nessa questão pontual o confronto das culturas: os pressupostos médicos europeus encontram as práticas médicas mouras – um encontro de perplexidades e trocas que a argúcia da investigadora traz à luz com fina maestria. O tema é muito pouco explorado pela pesquisa acadêmica sobre o Oriente, em geral mais voltada para estudos que, de alguma forma, possam instruir as questões políticas do presente. E, contudo, é na longa duração que a economia dos costumes enreda pacientemente o tecido da cultura – urdidura que dá sentido aos acontecimentos que convocam a atenção para as relações entre os povos. Este livro propicia o delicado desenlace dos atados mais profundos de nossa simbologia sobre o harém, um mistério desvelado como uma ficção instigante que nos convida a mirar em espelho nossas próprias quimeras."
5.

Política e cultura no governo de Dom João VI: imprensa, teatros, academias e bibliotecas (1792-1821)

(eISBN:9788568576878)
Autor(es): Meirelles, Juliana Gesuelli
Editora: Editora UFABC
Idioma(s): Português
Ano: 2017
Sinopse: "D. João: personagem fundamental na história luso-brasileira, que em meio às máscaras do cargo e aos poucos vestígios que deixou, fez com que sua personagem fosse, regra geral, uma criação pessoal dos historiadores que forjaram e continuam forjando sua história. Muito já se escreveu sobre o soberano em si mesmo ou acerca de seu governo. No entanto, várias lacunas ainda existem na historiografia sobre seu papel e sua política. Dessa forma, o livro que Juliana Gesuelli Meirelles apresenta ao público contribui para preencher um novo espaço em nossa historiografia acerca de D. João, cuja figura ocupa um lugar especial no imaginário dos brasileiros, como salientou o antropólogo Roberto DaMatta. Jovem historiadora, que há alguns anos trabalha com temáticas que envolvem o período joanino no Brasil, Juliana traz agora um olhar inovador sobre os diversos sentidos da política cultural durante a governança de D. João no mundo luso-brasileiro entre os anos de 1792-1821. Demonstra grande sensibilidade ao analisar, a partir da ótica da ilustração luso-brasileira, as especificidades da política cultural joanina por meio de quatro pontos fundamentais desse conjunto tanto em Lisboa quanto no Rio de Janeiro: a imprensa interatlântica, os Reais teatros, as Reais Academias Militares e as Reais Bibliotecas Públicas da Corte. Dessa forma, traz à luz a ação do Estado monárquico voltada para tais espaços de saber, demonstrando essa política como uma prática governativa da Coroa em sua ação em relação ao todo da sociedade daquela época, com exceção de uma grande parcela da população, ou seja, a dos escravos. No entanto, tal política cultural contribuiu para se apreender as constantes trocas não só entre diferentes segmentos da sociedade, como também entre mundos distintos. Utilizando-se de um rico conjunto de fontes, Juliana consegue, a partir de leituras diversas e de um texto escrito com clareza, mapear o processo de construção da política cultural de D. João, combinando enfoques da história cultural e da nova história política. Por conseguinte, traz ao público leitor, em geral, novas informações e leituras que possibilitam a compreensão de um período histórico que abriu caminhos para a divisão do Império Português e para a construção de um novo Império – o Império Brasílico – em 1822."
6.

Histórias das ciências, epistemologia, gênero e arte: ensaios para a formação de professores

(eISBN:9788568576847)
Organizador(es): Maura, Breno Arsioli; Forato, Thais Cyrino de Mello
Editora: Editora UFABC
Idioma(s): Português
Ano: 2017
Sinopse: "A melhoria da formação de professores no Brasil tem sido um objetivo constante de boa parcela das propostas que emergem das pesquisas em ensino de ciências. Esses pesquisadores concordam que é preciso romper com a visão tradicional do professor de ciências como mero transmissor do conhecimento, aquele que simplesmente repassa os conteúdos básicos de sua área ao aluno, em um processo puramente mecânico. O professor pode e deve ser muito mais que isso. Nessa direção, educadores têm apontado a relevância de introduzir em contextos de formação de professores de ciências, discussões não apenas ligadas ao arcabouço conceitual da ciência, mas também sobre sua construção, seus aspectos internos e externos, suas influências, sua natureza. Ao inserir esses temas, o professor se mune de maior criticidade e poder de transformação, tornando-se não um transmissor de conhecimento, mas um mediador. É ele que trará ao aluno as ferramentas para compreender a ciência como um empreendimento humano, e por isso, produto de sua cultura. A proposta do livro “História das Ciências, Epistemologia, Gênero e Arte: ensaios para a formação de professores” é oferecer subsídios para fomentar a introdução de perspectivas como essas. Dessa maneira, com esse livro, o professor de ciências terá, em um só material, uma fonte diversificada de informações e discussões, que pode construir novos caminhos para o um ensino de ciências mais dinâmico, atual e transformador."
7.

Notas de um naturalista do sul do Brasil: Fritz Müller: história da ciência e contribuições para a biologia

(eISBN:9788568576809)
Autor(es): Souza, Flavia Pacheco Alves de
Editora: Editora UFABC
Idioma(s): Português
Ano: 2017
Sinopse: "Este livro realiza uma construção biográfica de Fritz Müller (1822-1897), naturalista alemão residente no Brasil durante o século XIX. Fritz Müller publicou ao longo de sua vida 264 trabalhos (estes eram originalmente enviados como cartas a diversos correspondentes e posteriormente publicados como artigos científicos), a maioria sobre assuntos relacionados à evolução, fauna, flora e ecologia. Müller adotou o Brasil como pátria e a colônia de Blumenau como seu lar. Após a sua vinda ao Brasil, nunca mais voltou à Europa e confidenciava aos amigos por cartas que não trocava sua vida no campo pela vida “civilizada” que poderia ter na Alemanha. Nem mesmo o Rio de Janeiro, capital do Império e reduto da ciência brasileira no período, foi visitado por ele. Quando em 1891, ainda funcionário do Museu Nacional do Rio de Janeiro, o regulamento passou a exigir que os naturalistas viajantes mudassem sua residência para a cidade, Müller não hesitou em pedir a sua exoneração do cargo. Seus trabalhos, realizados na província de Santa Catarina, Brasil, figuravam nas revistas científicas (alemãs e inglesas) da época e em comunicações realizadas por terceiros nas sociedades científicas da Inglaterra. Além de se corresponder com Charles Darwin (1809-1882), correspondia-se com outros pesquisadores conhecidos da ciência mundial: Ernst Haeckel (1834-1919), Alexander Agassiz (1835-1910), Max Schultze (1825-1874), Raphael Meldola (1849-1915), Hermann Hagen (1817-1893) etc. Darwin pedia a Müller que escrevesse sobre suas impressões e vida em Santa Catarina, algo como um livro de narrativas sobre a fauna e a flora do local. Chegou até mesmo a sugerir títulos, como: Jornal de um naturalista do Brasil ou Notas de um naturalista do Brasil. Apesar da insistência do amigo, Müller nunca realizou tal pedido. O título deste livro é uma homenagem à amizade entre estes dois naturalistas. Apesar destas Notas não terem sido escritas por Müller como Darwin o desejou, o objetivo é apresentar parte dos trabalhos de Müller realizados no Brasil, que tiveram como cenário e personagens os elementos da fauna e da flora catarinenses. Assim, buscando situar a importância desse conhecimento para a história da biologia na contemporaneidade. Por fim, este livro não tem a finalidade de esgotar o assunto. Antes, busca revisitar a obra de Müller como uma contribuição à história e à memória da ciência no Brasil."
8.

Louis Couty e o império do Brasil : o problema da mão de obra e a constituição do povo no final do século XIX (1871-1891)

(eISBN:9788568576854)
Autor(es): Stahl, Moisés
Editora: Editora UFABC
Idioma(s): Português
Ano: 2016
Sinopse: "As últimas três décadas do século XIX marcaram momentos decisivos na história do Brasil. A diversificação dos interesses das elites, fenômeno que esteve ligado à transição do trabalho escravo para o trabalho livre, resulta numa dinâmica complexa de críticas ao regime monárquico. Nesse contexto, vários grupos sociais alijados pela política imperial adquiriram condições para expressar publicamente seus dissensos e projetos. Na composição desta conjuntura encontramos vários nomes, entre eles o de Louis Couty, que até o momento figurava à sombra de eminentes figuras do Império. Este livro examina de modo profícuo e original a atuação e o pensamento do cientista francês Louis Couty entre as décadas de 1870 e 1890, cuja contribuição ocorreu num momento de transformação/modernização das instituições científicas e criação de novos lugares de ciência visando à constituição de uma ciência moderna no Brasil. Couty agiu em vários contextos do final dos Oitocentos no país. Ele foi responsável pela introdução do campo de estudo da fisiologia experimental em terras brasileiras, escreveu livros sobre a escravidão, artigos sobre o café, relatórios sobre a erva mate, sempre com o olhar de um homem da ciência, que via problemas e procurava soluções, de acordo com o pensamento da época. Louis Couty e o Império do Brasil (1871 – 1891) é um livro que nos auxilia mais especificamente na compreensão do imbricado problema da mão de obra porque revela as conexões que este problema estabelecia com os anseios das elites imperiais quanto à constituição de um povo idealizado, e as conexões com a ciência, que traria as soluções para os problemas. Por tudo isso, Moisés Stahl entende Couty como um mediador das ideias novas que chegaram ao país a partir da década de 1870, ideias que Couty operou em solo brasileiro a partir da definição que realizou de uma de suas disciplinas, a Biologia Industrial, onde mesclou os conceitos evolucionistas da época à realidade produtiva e social do Brasil, lançando teses sobre o país e seu povo. Desse modo, a associação enigmática entre raça e nação, vivida de forma tão angustiada pelas elites brasileiras do final do século XIX ganha, através desse estudo, uma inteligibilidade nova."
9.

A democracia reduz a desigualdade econômica? Um estudo sobre as possibilidades de construção de uma sociedade mais igual por meio da democracia

(eISBN:9788568576793)
Autor(es): Fernandes, Ivan Filipe de Almeida Lopes
Editora: Editora UFABC
Idioma(s): Português
Ano: 2017
Sinopse: Este livro trata de assunto tão importante quanto controverso: os efeitos de sistemas políticos democráticos sobre a distribuição mais equânime da renda nas sociedades contemporâneas. Há muito essa discussão vem preocupando pensadores e analistas. O livro dialoga com a rica literatura produzida pelos economistas sobre o tema desigualdade e busca fazê-la conversar com o que cientistas políticos andam dizendo sobre o assunto. Submetendo, com competência, grande massa de informação à sofisticada análise estatística, Ivan Fernandes nos apresenta conclusões interessantes e originais. Segundo ele, os efeitos da democracia sobre a situação de desigualdade não são os mesmos em toda parte, mas dependem do contexto socioeconômico no qual a desigualdade de renda é produzida. A heterogeneidade dos efeitos dos sistemas democráticos sobre a distribuição de renda é a principal conclusão empírica do estudo. Mas, ele vai mais adiante sugerindo uma explicação de corte político. É preciso que existam partidos que tenham interesse em brandir a bandeira eleitoral de mais igualdade e um grande número de eleitores, cuja situação objetiva, os faça demandar políticas redistributivas. “Somente nas sociedades mais desiguais”, argumenta o autor, “tanto os partidos políticos têm interesse em ofertar políticas redistributivas, quanto tende a surgir demanda por redistribuição por parte de uma maioria de eleitores.” Aquela conclusão, engenhosa, ainda demanda outros estudos, mas os resultados apresentados são promissores e garantem ao autor um lugar na mesa de discussão sobre o assunto, que se arrasta há mais de um século, acompanhando a trajetória do capitalismo e dos sistemas políticos democráticos. E que, sem dúvida, perdurará enquanto os dois existirem em tensa relação.
10.

Companheiros servidores: o sindicalismo do setor público na CUT

(eISBN:9788568576830)
Autor(es): Silva, Sidney Jard da
Editora: Editora UFABC
Idioma(s): Português
Ano: 2015
Sinopse: Nos anos 1990s, quando as reformas estruturais entraram na agenda política nacional, a oposição da CUT à mudança do regime previdenciário brasileiro foi explicada como resultado do poder dos sindicatos do setor público sobre as decisões da central que os abrigava. Assim, o “corporativismo” dos sindicatos de servidores públicos seria o principal responsável pela paralisação da reforma da previdência pública. Contrário a tal interpretação - e apoiado em cuidadosa pesquisa - Sidney Jard mostra uma realidade bem mais complexa. Ao manejar um conjunto expressivo de dados, identifica a importância das lideranças sindicais da área pública na CUT. Demonstra, também, que os companheiros servidores estavam bem mais divididos do que se supunha - e alguns se revelavam mais dispostos a discutir com o governo os termos da reforma do que a ela se opor frontalmente.
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