SciELO Livros

EdUFSCar

 

Epígrafes e diálogos na poesia de Machado de Assis

Synopsis

Nas epígrafes que acompanham alguns dos poemas das Crisálidas (1864), de Machado de Assis, há o desfile de autores como Dante, Camões, Heine e Homero. O mesmo acontece nos livros de poemas seguintes, Falenas (1870) e Americanas (1875). A escolha desses nomes nos revela autores da biblioteca machadiana que o acompanharam durante toda sua carreira e que influenciaram seu modo de escrita. Tais nomes dialogam com a poesia machadiana e nos ajudam a melhor compreender a composição poética do autor, sendo não apenas fonte de abastecimento para os poemas, mas relacionando-se também com eles na questão do entendimento da obra, dando-lhes um novo sentido.

Table of Contents

Front Matter / Elementos Pré-textuais / Páginas Iniciales
Uma leitura em espiral das Epígrafes Machadianas
O Poeta Machado de Assis
1.1 Machado de Assis: versos e epígrafes
1.2 Primeiros poemas e o lugar da epígrafe
2.1 O primogênito livro de poemas
2.2 Um prefácio laudatório, algumas palavras da crítica e o aniversário das Crisálidas
2.3 Os poemas e as epígrafes
2.4 As Epígrafes no primeiro livro de poemas: falta de regularidade e apoio temático
3.1 O segundo livro
3.2 Assertividade métrica, mas ainda pouca cor local
3.3 Os poemas e as epígrafes
3.4 O início de um refinamento no uso da epígrafe
4.1 O livro fora da curva
4.2 A busca pela “alma americana” nos versos de 1875
4.3 Os poemas e as epígrafes
4.4 Aproveitamento temático e histórico das epígrafes
5.1 O essencial sobrevive nas epígrafes
Poemas dispersos
Crisálidas
Falenas
Americanas
Referências